
A transformação da indústria de plásticos no Brasil e no mundo passa pela incorporação de tecnologias avançadas que elevem desempenho, eficiência e sustentabilidade de forma integrada.
O grafeno surge como um dos principais vetores dessa evolução.
A Colorfix desponta na indústria, e apresenta masterbatches de grafeno Revora Poly-G, com produção em escala industrial, para a incorporação de grafeno em sistemas poliméricos, promovendo reforço mecânico, estabilidade termomecânica, redução de massa e maior eficiência produtiva, sem comprometer a reciclabilidade.
Mais do que aprimorar propriedades técnicas, novas tecnologias como o Revora Poly-G contribuem para uma indústria mais competitiva, alinhada às demandas globais por circularidade, redução de emissões e otimização de recursos.
Inovar, hoje, significa produzir mais com menos, e produzir melhor para ofuturo.





O grafeno é um nanomaterial bidimensional formado por uma única camada de átomos de carbono organizados em estrutura hexagonal (como um “favo de mel”). Foi isolado pela primeira vez em 2004 por pesquisadores da Universidade de Manchester, descoberta que rendeu o Prêmio Nobel de Física em 2010.
Para dimensionar sua escala:
Apesar de extremamente fino, é considerado o material mais resistente já descoberto até o momento.

A norma ISO/TS 80004-13:2024 estabelece a terminologia técnica padronizada para materiais baseados em grafeno, incluindo sua classificação quanto ao número de camadas de carbono organizadas em estrutura hexagonal.
De acordo com a norma, o termo grafeno deve ser utilizado para materiais que possuam dez (10) ou menos camadas de carbono hexagonal.
A obtenção do grafeno pode ocorrer por diferentes rotas tecnológicas, a partir de distintas fontes de carbono. A escolha do método está diretamente relacionada à aplicação final, escala industrial, custo e nível de pureza desejado.


A grafita é a matéria-prima mais tradicional para produção de grafeno, pois já
possui estrutura em camadas de carbono empilhadas.
Processo físico no qual a grafita é dispersa em solventes e submetida a ultrassom ou cisalhamento mecânico, promovendo a separação das camadas.

Utiliza corrente elétrica para promover a separação das camadas da grafita em meio eletrolítico.

A grafita é oxidada para formar óxido de grafeno (GO), que posteriormente pode ser reduzido, dando origem ao óxido de grafeno reduzido (rGO)e recuperando parte das propriedades condutivas.

Método pioneiro utilizado em 2004 para isolar o grafeno pela primeira vez. Consiste na separação manual das camadas de um tipo particular de grafita com fita adesiva.


Materiais orgânicos ricos em carbono (como resíduos vegetais) passam por pirólise, promovendo reorganização atômica para formação de estruturas grafênicas.

Rotas gasosas permitem produção de grafeno com alta qualidade estrutural.
O metano é decomposto em ambiente de plasma, liberando carbono que se reorganiza em estruturas grafênicas.

O grafeno combina características únicas que o tornam altamente estratégico para aplicações industriais:







A Colorfix desenvolveu a primeira linha nacional de masterbatches com grafeno disponível em escala industrial, consolidando tecnologia, performance e viabilidade produtiva.

Solução Plug & Play, desenvolvida para facilitar a incorporação do grafeno em polímeros com dispersão homogênea e estável.
Entrega ganhos relevantes em:
Ideal para aplicações que exigem performance superior com implementação simples e segura no processo produtivo.
Evolução tecnológica da linha, desenvolvida para oferecer:
Projetada para atender demandas técnicas específicas, proporcionando melhor performance funcional, otimização de custo e maior valor agregado ao produto final.

A linha Revora Poly-G, foi desenvolvida para entregar ganhos técnicos relevantes ao processo produtivo, ao mesmo tempo em que fortalece a estratégia de sustentabilidade e circularidade dos materiais poliméricos.
Mais do que reforço estrutural, o Revora Poly-G atua como um otimizador de performance com impacto ambiental positivo.
A incorporação controlada de grafeno proporciona:
O resultado é um material mais robusto, com menor consumo de matéria-prima e maior previsibilidade industrial.
Com o reforço estrutural proporcionado pelo grafeno, torna-se possível:
Essa redução de massa gera impacto direto na cadeia:
O Revora Poly-G é imperceptível aos sistemas automáticos de triagem por infravermelho (IR).
Isso significa que:
Dessa forma, o desempenho técnico é agregado sem prejudicar a circularidade do plástico.
Testes demonstram que materiais com Revora Poly-G apresentam melhor estabilidade termomecânica ao longo dos ciclos de processamento, mantendo propriedades estruturais superiores quando comparados ao polímero
convencional.
Isso contribui para:
A combinação entre:
Objetivo:
Novas embalagens plásticas para eletrodos
Solução:
Aplicação de 1% Poly-G 07

Objetivo:
Redução de espessura e consumo de plástico
Solução:
Aplicação de <1% Poly-G 07

Objetivo:
Redução de espessura
Solução:
Aplicação de <1% Poly-G 07

Objetivo:
Redução de espessura e de consumo de plástico
Solução:
Aplicação de <1% Poly-G 07

Objetivo:
Redução de espessura
Solução:
Aplicação de <1% Poly-G 07

Objetivo:
Incluir 30% PCR na formulação para atender normativa europeia
Solução:
Aplicação de 2% Poly-G 07

Objetivo:
Reduzir perda de produto embalado
(líquido viscoso)
Solução:
Aplicação de 3% Poly-G 07 na camada interna

Objetivo:
Reduzir espessura de tubos PE reciclado pós-indústria (PIR)
Solução:
Aplicação de 1% Poly-G 07

Objetivo:
Produzir o engradado 100% em PCR com as mesmas propriedades do virgem
Solução:
Aplicação de 1% Poly-G 07

A embalagens dos pregos Gerdau ganhou 5 prêmios nacionais e internacionais utilizando Poly-G como solução tecnológica para melhorar a sua qualidade e reduzir o consumo de plástico decorrente da sua utilização.
Perfuração recorrente das embalagens durante o processo de empacotamento, gerando perdas operacionais, aumento de espessura do filme e custos elevados.
Incorporação de 1% do masterbatch Poly-G 07, promovendo reforço mecânico e maior resistência à perfuração, sem comprometer a processabilidade do material.

Mapeamos requisitos funcionais, critérios de desempenho para estruturar a estratégia do desenvolvimento.
Elaboramos em conjunto um plano de testes definindo variáveis crítica e métricas de desempenho.
Acompanhamos a produção dos primeiros protótipos in loco otimizando parâmetros de processamento e assegurando a eficácia dos testes.
Suportamos a validação técnica do produto, consolidando evidencias de desempenho para aprovação interna e do mercado.
Apoiamos a construção da narrativa técnica do produto com grafeno, traduzindo ganhos funcionais em diferenciação de mercado.
Monitoramos o desempenho do Poly-G e promovemos melhoria continua para maximizar estabilidade e valor agregado.